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Resenha #37 - Zumbis x Unicórnios - Holly Black e Justine Larbalestier

Título: Zumbis x Unicórnios
Autoras: Org. Holly Black e Justine Larbalestier
Páginas: 388
Editora: Galera Record
Sinopse: Nesta antologia, editada por Holly Black e Justine Larbalestier, diversos contos apresentam fortes argumentos a favor de Zumbis de um lado e de Unicórnios de outro. Os argumentos, que incluem tanto pontos negativos e positivos de cada lado, são expostos por renomados autores, entre eles Cassandra Clare, Meg Cabot e Scott Westerfeld, que deixam clara a preferência por um time ou outro.
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Desde o início dos tempos, uma questão vem ganhando espaço: Zumbis ou Unicórnios? 
Ok, talvez não desde o início dos tempos, mas desde de 2007, quando Holly Black (defensora dos Unicórnios) e Justine Larbalestier (defensora dos Zumbis) começaram uma grade discussão sobre qual criatura mágica/sobrenatural era melhor. A partir daí, a questão se tornou um fenômeno tanto na internet, quanto em eventos de literatura. Essa coisa ficou tão fora de controle que a única solução foi criar essa antologia. 
Para resolver de uma vez por todas essa questão, cada time recrutou 6 autores para defender sua criatura preferida, tendo como intenção principal nos mostrar que nem todos os Zumbis são ruins e nem todos os Unicórnios são fofinhos. No Time Zumbi temos Libba Bray, Cassandra Clare, Alaya Dawn Johnson, Maureen Johnson, Carrie Ryan e Scott Westerfeld; já no Time Unicórnio temos Meg Cabot, Kathleen Duey, Margo Lanagan, Garth Nix, Naomi Novik e Diana Peterfreund. 
Como uma espécie de introdução antes de cada conto, temos um diálogo bem humorado e cheio de provocações entre Holly e Justine, onde comentam sobre a história que estaria por vir. 

É evidente que em uma antologia, algumas histórias se destacam mais que outras e nessa não é diferente. Desses contos, 4 prenderam minha atenção de uma foram especial, e é por isso que vou dar um destaque maior pra eles nessa resenha haha <3 


As crianças da revolução, por Maureen Johnson
Sofie achou que teria as férias perfeitas ao lado do namorando, afinal o que seria melhor do que viajar para a Inglaterra? Mas nada saiu como planejado, ela acabou sozinha, sem namorado e sem dinheiro. A única forma de fugir dessa viagem desastrosa seria arrumando um emprego de babá, cuidando de 5 bebês com atitudes bem peculiares, na casa de uma atriz famosa. 
"Então sim. Eu devia ter percebido que essas não eram crianças normais. Mas pensei, filhos de celebridades. Bem, eles são apenas diferentes. Você não pode aplicar os mesmos padrões que aplica a crianças normais." 
Como eu ri com esse conto, Maureen é uma gênia haha. 
Juro pra vocês, não sei se foi só comigo, mas essa atriz me lembou muito a Angelina, não só por ter adotado vários bebês em vários países diferentes, mas também por algumas atitudes ou até mesmo pelo jeito de falar. Sério. 


O cuidado e a alimentação de seu filhote de unicórnio assassino, por Diana Peterfreund
Eles são criaturas temidas. Não poderia ser diferente, afinal no outono passado dois adolescentes foram assassinados por um unicórnio. As vítimas eram primos de Wen, uma garota com um dom diferente: ela atraí essas criaturas e consegue se comunicar com elas. 
Durante uma visita ao parque da cidade, a garota descobre que uma unicórnia (?) foi capturado para servir de atração, mas por estar grávida a criatura pede ajuda para Wen, convencendo-a a cuidar de seu filhote. 
Consegue imaginar o quão complicado seria cuidar de um filhote? Seria mais complicado ainda se esse fosse um filhote assassino. 
“Eles sabem que unicórnios são mortais, meus pais dizem que eles são diabólicos e sei que todos estão certos. Mais ainda amo o meu.”
Esse conto é a prova que nem todos os unicórnios são fofos e, foi exatamente por isso que me encantei pela história. Também achei bem interessante a relação de Wen com o filhotinho, pois mesmo sabendo o quão perigoso ele era, a garota acabou se apegando e criando laços com ele.


Princesa Bonitinha, por Meg Cabot
Liz está fazendo aniversário, finalmente os tão esperados 17 anos. Tudo o que ela quer de presente é seu celular de voltar e, com muita sorte, uma carro. Porém as coisas não saem como o esperado: sua mãe organiza uma festa surpresa com uma decoração do High School Musical (e apenas 2 convidados) e sua tia manda uma unicórnia chamada Princesa Bonitinha de presente. O ela irá fazer com aquele presente? 
"O unicórnio continuava mastigando o feno, ocasionalmente virando a cabeça para Liz. Seu chifre cintilava sob a luz pendurada no alto do celeiro. Seus casacos brilhavam como os sapatos de cristal da Cinderela. Quando ela se movia, os cascos produziam um som parecido com o mais puro dos sinos badalando no domingo de Páscoa. De vez em quando ela peidava.
E o peido fazia o barulho de um lindo sino de vento.
E tinha o cheiro de uma floricultura." 
Também ri muito com esse conto, afinal não tem como não rir com a Meg, não é? Como sempre, ela escreve de forma leve e engraçada. 
O que eu mais gostei com o decorrer da história, foi a evolução da personagem principal, da forma como ela reage ao receber a Princesa Bonitinha de presente, até quando percebe que elas se tornariam grandes companheiras se tivessem chance. 

Mãos Geladas, por Cassandra Clare
Zumbilândia é uma cidade amaldiçoada, lá as pessoas não morrem de fato, elas voltam como mortos vivos. Com James não foi diferente, depois de ser brutalmente assassinado (isso não é spoiler, tá?), ele volta para ficar ao lado de Adele, sua namorada, e para se vingar do verdadeiro responsável pela sua morte. 
"Olhei para ele. Ainda era o mesmo James, o lindo rosto praticamente o mesmo. Mas algo no fundo de seus olhos tinha ido embora, algo indefinível e estranho."
Vou ter que confessar uma coisa pra vocês, só comprei esse livro por conta da Cassandra. Mas ao mesmo tempo que eu estava ansiosa pelo conto, também estava com medo, talvez pelo fato de nunca ter lido algo dela fora do universo Shadowhunter. A expectativa quando é uma autora que você gosta, aumenta.
Apesar de tudo, esse foi o meu conto preferido. O romance dos protagonista é tão puro, tão lindo <3 Logo nas primeiras páginas após a morte de James, você acaba se entristecendo junto com Adele, como se seu próprio namorado tivesse te deixado. 


Essa é uma leitura mais do que recomendada pra quem quer relaxar e se divertir. É um livro cuja leitura flui bastante, dá pra ler em apenas alguns dias. 
Comecei a leitura crente que iria ficar ao lados dos unicórnios, mas depois de tantos contos bons, não consegui me decidir haha Mas e vocês, são Time Unicórnio ou Time Zumbi? 

Resenha #30 - Cidade das Cinzas - Cassandra Clare

Título: Cidade das Cinzas (The Mortal Instruments #2)
Autora: Cassandra Clare
Páginas: 404
Editora: Galera Record
Sinopse: Clary só queria que sua vida voltasse ao normal. Mas o que é “normal” quando você é uma Caçadora de Sombras, sua mãe está em um coma magicamente induzido e você de repente descobre que criaturas como lobisomens, vampiros e fadas realmente existem? Se Clary deixasse o mundo dos Caçadores de Sombras para trás, isso significaria mais tempo com o melhor amigo, Simon, que está se tornando mais do que só isso. Mas o mundo dos Caçadores não está disposto a abrir mão de Clary — especialmente o belo e irritante Jace, que por acaso ela descobriu ser seu irmão. E a única chance de salvar a mãe dos dois parece ser encontrar o perverso ex-Caçador de Sombras Valentim, que com certeza é louco, mau... e também o pai de Clary e Jace. Para complicar ainda mais, alguém na cidade de Nova York está matando jovens do Submundo. Será que Valentim está por trás dessas mortes? E se sim, qual é o seu objetivo?
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Atenção! Essa resenha poderá ter spoilers pra quem ainda não leu Cidade dos Ossos!


Mesmo sabendo que nada mais será como antes, Clary está tentando levar uma vida normal. Tentando... afinal ela descobriu ser uma Caçadora das Sombras, sua mãe está num "coma magicamente induzido", Luke é o líder dos lobisomens, Simon está cada vez mais estranho, Valentim, seu pai, é o ex Caçador mais odiado do Submundo e, se não bastasse descobriu que Jace é seu irmão. A vida não tá fácil não. 
Valentim continua com seu plano de destruir a Clave e para conseguir isso vem recorrendo a meios bastante questionáveis, mesmo para ele. Quando um Instrumento Mortal é roubado, ele desperta uma onda de desconfiança entre os integrantes do Submundo, deixando para os Caçadores das Sombras não só a responsabilidade de impedir que mais pessoas fiquem feridas, mas também a de controlar os ânimos/atitudes de todos. 
Clary e Jace passam por problemas diferentes ao longo da história. Ele, por ter passado a infância com Valentim e ter um lado bad boy, é acusado de ser um "espião" infiltrado e sempre ter ajudado o pai [Jace, amor tá difícil de te defender :( ]. Já Clary se envolve cada vez mais, buscando respostas sobre seu passado e na procura pelo Instrumento desaparecido. 
 

Enquanto o primeiro livro é mais focado em Clary e em como ela vai descobrindo o mundo dos Caçadores, neste livro vemos ela percebendo que, por ser filha de quem é, pode fazer coisas mais extraordinárias que os Caçadores comuns, mas também vemos Jace crescendo e prometendo dar uma grande reviravolta na história. 
Depois daquele final surpreendente de Cidade dos Ossos não tinha como deixar de ler a continuação, Cassandra realmente sabe como prender a atenção dos seus leitores. O que eu mais gosto nos livros da autora é a realidade que ela cria e transmite em seus personagens, eles são tão humanos, impulsivos, tentam esconder suas emoções, ou se deixam levar por elas, coisas que todos nós fazemos, mesmo que sem querer.
Nem parece que o livro tem 404 páginas, mesmo com vários momentos tensos a leitura é bem rápida, você fica preso do começo ao fim da história. É fantástico como em momento nenhum você se cansa dos personagens, acho que esse é o grande trunfo da Cassie, conseguir deixar a leitura da narrativa, mesmo que cheia de detalhes, fácil e gostosa. 
Não vejo a hora de vir resenhar o próximo volume da série pra vocês  <3


"Tudo muda na minha vida, mas o mundo continua o mesmo."

Resenha #27 - Will & Will - Um Nome, Um Destino - John Green


Título: Will & Will - Um Nome, Um Destino
Autor: John Green e David Levithan
Páginas: 348
Editora: Galera Record
Sinopse: Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra... Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.
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De um lado, existe um Will Grayson que vive com raiva da vida e com constantes pensamentos suicidas. De poucas palavras e amigos, o momento mais vivo de seu dia é quando pode conversar com Isaac, seu "amigo" que conheceu através da internet há pelo menos um ano. Vivendo apenas com a mãe, que ainda não tem conhecimento da verdadeira orientação sexual do filho, Will se sente como se às vezes prejudicasse a vida da mesma, sendo um filho nada agradável de ter. Seu ciclo de amigos envolve Maura, uma gótica que gosta de desenhar, Simon e Derek, seus amigos nerds e que emprestam seus deveres de casa para Will, e com os quais passa o intervalo.
Do outro lado, conhecemos outro Will Grayson que por sua vez prefere viver sob duas regras simples e que, segundo ele, impedem muitas decepções: 1- Não se importar muito com nada. 2- Calar a boca. Seu melhor amigo (Tiny) nada mais é que o cara mais gay da escola e também o mais chamativo, tanto por seu tamanho (em todos os sentidos) quanto por ser um pouco escandaloso. Determinado a nunca ultrapassar o limite de suas regras, Will acaba entrando em uma situação complicada quando conhece Jane, uma garota que faz parte da AGH (Aliança Gay-Hétero) junto de Tiny.
Ambos Wills têm consciência de que existem outras pessoas que possuem o mesmo nome que eles; porém o que eles não esperam é que podem conhecer alguma dessas pessoas a qualquer instante. Embora levem vidas totalmente paralelas o destino tem algo guardado pra eles. Uma dica? Frenchy's.

"Você gosta de alguém que não pode retribuir o seu amor porque é possível sobreviver ao amor não correspondido de uma forma que é impossível no caso do amor correspondido."

Há muito eu não lia um livro que me fez chorar de felicidade no final. Mentira, faz uns quatro dias que li um bem parecido, chorei de felicidade e tristeza. Obrigada, Cassie Clare! <3 Não posso deixar de dizer que me surpreendi com este livro, foi totalmente o oposto do que esperava.
É evidente que eu tinha expectativas maravilhosas, uma vez que, até então, John Green nunca me desapontou com seus livros; e embora tenha correspondido no quesito ser um ótimo livro, me surpreendi com o que senti no final. Isso pode soar um pouco estranho mas me senti mais leve, mais feliz. A mensagem que é passada no decorrer de Will & Will tem um impacto maior nas últimas palavras impressas.
Além de tratar do "Universo Gay" com clareza e sem rodeios, o livro traz consigo muitas risadas e suspiros nos momentos fofos.
Para diferenciar a vida de um Will do outro Will, a escrita é diferente. Um tem todos os parágrafos iniciados com letras maiúsculas, assim como depois dos pontos finais; enquanto o outro é mais desorganizado, sendo escrito tudo com letras minúsculas, incluindo nomes próprios.
Acreditem se quiserem, mas eu só fui conseguir começar a entender o livro no capítulo cinco. Até então eu confundia a vida dos Wills (na verdade eu achava que só tinha um Will, haha).
É um livro bem diferente de todos que já li até hoje, primeiro por conta de tratar sobre um amor gay e segundo pela maneira descontraída como foi escrito. Tem um quê de John Green, claro, ele sempre aborta a escrita mais "livre" em seus livros, mas neste achei ainda mais livre e leve. Culpo David Levithan por isso! haha
Will & Will entrou entre os meus livros favoritos e que merecem releitura. Sim, acabei de ler e já quero recomeçar! haha

P.S.: Vale ressaltar que ninguém pode deixar de ler os "Reconhecimentos". O humor começa aí, lhe proporcionando boas risadas.
P.S.:² Por favor, não sigam o meu caminho na lerdeza e demorem para notar que a diferença da escrita é que diferencia os Will Graysons. haha Sad but true.
P.S.:³ Quando digo escrita mais livre, quero dizer cheia de palavrões e gírias. Green e Levithan não economizaram nos insultos e expressões, o que dá ainda mais um quê de humor.


Bom, é isso! Espero que gostem da resenha e que ela tenha despertado a vontade de vocês para lerem Will & Will. Deixem nos comentários o que acharam, se já leram o livro ou se pretendem lê-lo.
P.P.S.: Fiquei um bom tempo sem postar aqui no blog, não estava inspirada e nada do que escrevia estava me deixando satisfeita, até então. Em breve trarei mais John Green pra vocês!

Resenha #25 - Matt & Elena: Primeiro Encontro - L. J. Smith

Título: Matt & Elena: Primeiro Encontro (Contos - Diários do Vampiro #1)
Autora: L. J. Smith
Páginas: 32
Editora: Galera Record (?)
Sinopse: Esse breve conto narra o primeiro encontro entre Matt e Elena. 




Não se preocupem com spoilers, o conto se passa antes do primeiro livro começar.






Esse é um conto bem curtinho, onde somos levados ao primeiro encontro de Matt e Elena. dã, esse é o título kk
Elena é a "rainha" da escola, todos querem sair com ela graças à sua beleza e popularidade. Com Matt é diferente, ele realmente gosta dela pela sua inteligência e senso de humor.
Durante o jantar, no restaurante francês preferido de Elena, vemos como a relação deles é leve, sem compromisso, sem ter que manter a aparência. Ambos conseguem se divertir com assuntos simples e corriqueiros ou com um simples sorvete de baunilha. 
O encontro mais fofo sobre o qual eu já li! 


A maluca dos contos resenha novamente haha <3 
A autora foi bem criativa ao ter a ideia de nos contar como foi esse primeiro encontro, assim temos pelo menos uma noção, de como nasceu o relacionamento deles. Durante essa breve história, Elena demonstra não ser tão fria como descrita no primeiro livro, O Despertar, mas sim uma garota gentil, com incrível senso de humor e que demonstra fortes sentimentos por Matt. Já ele, como sempre, é um personagem encantador, inclusive em momentos de tensão.
Vou ser sincera com vocês, o Matt foi o principal motivo para eu iniciar essa leitura #confesso 

Sempre que resenho algum conto aqui no blog, deixo o link para download né? Mas dessa vez, como não encontrei o link no site da editora Galera Record (provável distribuidora do conto), não acho correto deixar um link "pirata". #sorry Mas quem se interessar é só dar uma pesquisada no Google :D

"E é claro que vem sorte no amor - para cada um de vocês."

Resenha #24 - O Despertar - L. J. Smith


Título: O Despertar (The Vampire Diaries #1)
Autora: L. J. Smith
Editora: Galera Record
Páginas: 236
Sinopse: Em Fell Church, uma cidade pacata em West Virginia, a garota mais popular da escola Robert E. Lee apaixona-se por um vampiro com quatrocentos anos. Com a ajuda das amigas, Meredith e Bonnie, Elena fará tudo para seduzir Stefan. E Stefan fará tudo para proteger Elena… dele mesmo. O adolescente de olhos verdes, rosto clássico escondem um passado sombrio e uma sede que não consegue controlar. Com ele, arrasta a memória de um amor perdido e um irmão que apenas deseja vingança. Em Florença, no Renascimento, Stefan e Damon Salvatore lutaram pelo amor da mesma mulher. Séculos mais tarde, voltarão a fazê-lo. Diários do Vampiro – O Despertar é a introdução a um triângulo amoroso arrepiante: a história de dois irmãos vampiros que se odeiam e de uma garota que se vê dividida entre os dois.
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Antes de começar, esqueça tudo o que você conhece sobre a série de TV, ok?
O misterioso Stefan Salvatore, acaba de se mudar para Fell Church com a intenção de viver da forma mais reclusa e discreta possível. Sua tentativa de esconder sua verdadeira origem falha quando conhece Elena Gilbert, a garota mais popular do colégio, que se apaixona instantaneamente por ele.
Elena é extremamente parecida com Katherine, a garota que, no passado transformou Stefan em vampiro e fez com que ele e Damon, seu irmão mais velho, lutassem por seu amor. A incrível semelhança de Elena com sua antiga paixão acaba despertando em Stefan sua sede de sangue, trazendo à tona fantasmas do passado. 
Logo, a chegada de Damon, à pacata cidade pode trazer mais alguns problemas para a vida do irmão. Afinal, devido aos acontecimentos do passando, ele ainda nutre um ódio mortal pelo irmão e quer vingança. 
Será que Stefan e Elena conseguirão iniciar um romance mesmo com todas as dificuldades? 


A escrita da L. J. Smith me prendeu, não tem aquele blá blá blá, ela soube dosar muito bem o tempo, revelando os mistérios aos poucos, sempre mantendo a sensação de perigo.
Os personagens foram muito bem construídos, os personagens principais são bem envolventes: a protagonista é bem diferente de todas que já vi, não é o tipo de garota bobinha e inocente; Stefan sempre lindo, gentil e cavalheiro, já Damon é bad boy, sexy e sempre muito auto confiante. Os personagens secundários também tiveram descrições perfeitas, Matt, o ex-namorado de Elena, é grande exemplo disso.
O final do livro é completamente fora do comum, bem semelhante ao final de um capítulo, te deixa com um gostinho de quero mais. É quase uma necessidade ler O Confronto, segundo volume da série, logo em seguida.
A capa é fantástica, nos remete à um lado sombrio típico dos vampiros. Os capítulos são curtos, o que faz com que a leitura seja bem rápida.
Livro mais do que recomendado.
"Você disse que eu era rápido... Mas isto é exatamente o que eu não sou. Já ouviu o ditado 'os rápidos e os mortos', Elena? Rápido significa vivo; significa aqueles que têm vida. Eu pertenço à outra metade." Página 198


Resenha #23 - Cidade dos Ossos - Cassandra Clare

Título: Cidade dos Ossos (The Mortal Instruments #1)
Autora: Cassandra Clare
Páginas: 459
Editora: Galera Record
Sinopse: Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando Clary decide ir se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.
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Esse dia tinha tudo para ser normal. Tinha... 
Clary foi até a boate Pandemônio, com seu melhor amigo Simon, apenas para se divertir, mas acabou saindo de lá com uma visão totalmente diferente do mundo.
O que aconteceu não chamou a atenção de mais ninguém, mas Clary viu tudo. Ela tem certeza que presenciou um assassinato. Três jovens, com tatuagens estranhas na pele, mataram um demônio, bem ali, no depósito da boate.
Ela estava confusa, não sabia o que esperar depois de ter sido a única testemunha daquele acontecimento estranho; não esperava que Jace - um dos, até então, assassinos - fosse atrás dela para conseguir algumas respostas. Por que Clary viu o que mais ninguém conseguiu ver? Por que ela havia sido capaz de ver a morte de um demônio? Bom... Ela só pôde testemunhar tudo, por ter a visão que só um Caçador de Sombras pode ter. Clary era como Jace.
Como ela, uma simples mundana, poderia ser uma Caçadora? Jocelyn, sua mãe, era uma também? Clary bem que queria umas boas explicações, mas isso teria que esperar. Sua mãe foi sequestrada por Valentim, o mais temido Caçador de Sombras que todos acreditavam estar morto.
Pelo que parece, nossa protagonista está mais envolvida nessa história bizarra do que jamais poderia imaginar. Mas com toda a ajuda e apoio de Jace, Alec e Isabelle, ela precisa crescer e amadurecer como Caçadora para conseguir encontrar sua mãe. 
Para piorar, ainda tem Simon que decidiu fazer o papel de melhor amigo, inclusive nas horas mais perigosas; tem também Jace, com seu jeito sarcástico com um quê de bad boy, que vai conquistando, aos poucos, o coração de Clary. Ah, claro! Temos também o divo excêntrico Magnus Bane, conhecido também como o Magnífico Feiticeiro do Brooklyn. Melhor personagem, sério <3
Que outras surpresas esse novo mundo guarda para Clary? A verdade é que essas surpresas estão só começando...

Cassandra Clare é um gênio <3 É fantástica sua forma de escrever, de criar um mundo totalmente novo. Ela foi capaz de criar não só protagonistas incríveis, mas também personagens secundários engraçados, dramáticos e dignos de muita atenção. Magnus é um grande exemplo disso, em certos trechos ele simplesmente chega e rouba a cena, nasceu pra brilhar esse feiticeiro kk
Ah, o Jace! Sim, ele é arrogante, sarcástico, bad boy, mas é um personagem totalmente diferente de todos os outros. Ele é irresistível, quase o namorado dos sonhos. Peeta + Jace = Homem pra casar kkk
Cidade dos Ossos recebeu 5 estrelinhas no skoob e se tornou um dos meus livros preferidos. É uma leitura que vale muito a pena, então se você ainda não a fez, pode sair correndo haha

"O menino nunca mais chorou, e nunca se esqueceu do que aprendeu: que amar é destruir, e que ser amado é ser destruído."

Resenha #7 - A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista - Jennifer E. Smith





Título: A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista
Autora: Jennifer E. Smith
Editora: Galera Record
Páginas: 224
Sinopse: A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.


4 minutos podem mudar completamente a vida de alguém... Hadley está indo para Londres para um compromisso nada empolgante, seu pai vai se casar novamente, mas acaba perdendo seu voo por apenas 4 minutos. Tudo teria sido diferente se ela não tivesse esquecido um livro, ou ficado presa no trânsito, ou qualquer outra coisa que no final das contas fazem uma diferença incrível. Enquanto espera pelo próximo voo, Hadley conhece Oliver, um garoto britânico muito fofo e amorzinho, que estuda em Yale e que também vai para Londres.
Por coincidência (ou não), eles acabam se sentando um ao lado do outro no voo e conversam muito, dividindo as frustrações e percepções das próprias vidas. É mais fácil assim né? Falar sobre nossos problemas com quem a gente não conhece. Após sete horas de voo, eles se separam, sem um número de telefone, endereço ou qualquer certeza de um reencontro. 
Hadley chega a tempo ao casamento do pai, onde se surpreende com a gentileza da madrasta e como ela deixa seu pai feliz. Após o casamento, por obra do destino, Hadley e Oliver se reencontram, mas de um jeito totalmente inesperável lágrimas.

Ao contrário do pode parecer, esse livro não se resume apenas no romance de Hadley e Oliver, outro ponto principal é relação deles com a família. Afinal nenhuma família é perfeita, sempre há alguns problemas.

A primeira vez que ouvi falar sobre esse livro foi no blog da Melina Souza e agora concordo muito com ela, a leitura é super gostosa, leve e você se sente como se estivesse junto com os personagens. Esse livro está super recomendado <3 

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